A Parada da Música

O flash ou o back?

De um lado, havia um simpático convite para assistir Dado e Bonfá celebrarem 30 anos da Legião, que há 34 anos atrás passou como um flash para mim, seja na ABO,  junto com Obina Shock em um clube que não lembro o nome, no lançamento na Escola Parque do 1º disco, no Circo Voador, no ginásio ao lado do Ultraje a Rigor e Plebe Rude e daí em diante.

Do outro, uma reunião do que considero a melhor safra roqueira, no sentido flash do passado 80tentista brasiliense, no simpático Toinha Rock Bar, com Aguaceiros,  o super Joe e suas provocantes Silhuetas, Lupa, que com todo respeito a todos, muito em breve será a maior banda pop desse país, finalizando com Scalene, inegavelmente, a puxadora de votos dessa feliz, rica e natural cena.

Advinhem por quem optei? Pelo novo, pela intensidade, o  inesperado, o provocante , como nos tempos loucos e estimulantes, dos eventos, espaços e produções por onde a Legião e a ” geração coca cola” para os inocentes passou, mas que pelo menos para mim, só valeria o ingresso, com a presença do Renato.

Para mim, a atração está na cena, que nasce e se reconhece com canções, verve, espaços  equipes e equipamentos que vivem sonhos, verdadeiramente, como se fossem um flash.

Fato é que nessas últimas excitantes 48 horas antes do encerramento da votação popular do PPM 2019, cuja essência é expor e reconhecer gerações de profissionais e trabalhadores desse universo inovador, ver essa rapaziada esperta, discolada, alegre e feliz com suas conquistas e possibildades, é um “ar puro” na capital do país, que transita contraditoriamente entre a novidade e a caretice, entre o celeiro de novas idéias e propostas e o paraíso cover.

Lamento por todos os espaços e seus proprietários que ainda não abriram suas portas para surfar esse tsunami que o Brasil em breve consumirá. De minha parte, por onde estiver, sempre terão prioridade, e torço para que nos unamos para ganharmos, ocuparmos, fazermos e detonarmos a porra toda.

Viva Aguaceiros que não cheguei a tempo para ver, mas que graças ao clã dos Péres, estão ao nosso lado na proteção e monetização de Direitos Autorias, assim como o Scalene, afinal, juntos somos #ubcdf , conscientemente há 10 anos e meio, valorizando autores, artistas, produtores e empreendedores.

Gracias Igor pela gentil recepção, aos super técnicos que não tivemos nos anos 80, a disponibilidade do Toinha para o belo e ao público energizado dando cores ao inédito.

PS: vários integrantes de várias bandas presentes. Já vi várias vezes essas cenas antes. Que venha a explosão, pois vão explodir.

Prepare-se planeta; “brigar pra quê”

Musicalmente

Gustavo Vasconcellos

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