1996, uma banda destoa da cena cultural por causa do gênero musical: a Black Music. Brasília ainda está marcada pelo Rock e o Auravil surge conflitante nesse ambiente. Quatro audaciosos amigos arriscam grooves sofisticados sem ao menos contar com o auxílio harmônico de um teclado. Bobagem... A vontade de tocar é tanta que derrete os corações petrificados pela falta de swing e marca, de forma magistral, a passagem do grupo pela cidade.
2006, não se sabe quem teve a brilhante idéia de comemorar esses dez anos. Separados, é bem verdade, mas conectados pela aura musical que cada um deles jamais ignorou. O fato é que os quatro amigos resolvem registrar o momento do jeito mais prazeroso para quem respira música. Vamos gravar umas faixas? O que era pra ser uma simples celebração torna-se uma festa animada e contagiante, repleto de influências antigas e recentes, e também de convidados ilustres.
Agora o mais difícil. Escolher um nome para o projeto. Já que a mãe do Pedro nunca simpatizou com o antigo nome, fica decidido que o nome da banda a partir de agora é Stereoluna. Ok! Mas pra ninguém se esquecer de onde tudo começou, Auravil é o nome escolhido do disco.